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Momento Raiz ☮
segunda-feira, 25 de abril de 2011
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| Fruto do talento dos californianos Eric Rachmany (vocal e guitarra), Rory Carey (teclados), Wesley Finley (bateria) e Marley Williams (baixo), o Rebelution surgiu em 2004 com um EP homônimo que transformou colegas de colégio rapidamente na mais popular e requisitada banda de reggae nos Estados Unidos. Isso pode ser facilmente comprovado com a impressionante média de 23 shows por mês e turnês que chegam a durar quatro meses ininterruptos. A música do Rebelution foi definida por especialistas como moderna, otimista, inspiradora, engajada e com mensagens que fazem os ouvintes terem o senso de que podem fazer do mundo um lugar melhor. Ao juntar letras conscientes com novos elementos da música contemporânea, mas mantendo as raízes do reggae a banda cativa não apenas amantes deste ritmo, mas fãs de todos os estilos musicais. O primeiro álbum oficial “Courage to Grow” (2007) revelou hits como “Feeling Alright” e “Safe and Sound”, que invadiram de forma abrupta e permaneceram por anos em gigantes rádios americanas como a San Francisco Live 105, San Diego 91X e Los Angeles KROQ. “Courage” também foi escolhido pelo ITUNES como melhor álbum de reggae do ano, estando até hoje entre os dez mais vendidos. Não bastando, o mesmo permaneceu por 36 semanas na Billboard entre os melhores álbums de reggae do ranking que é o mais respeitado da música internacional. A resposta positiva dos fãs e críticos a “Courage to Grow” rendeu fãs não só nos Estados Unidos, mas também na Europa onde a banda já esteve em turnê inclusive em grandes festivais e na América do Sul onde ela se prepara para debutar logo mais. Em 2009 o grupo lançou “Bright Side of Life” com doze faixas, provando que atingiu a sua maturidade musical e revelando novos hits como “Wake Up Call” e “Outta Control”. “Era muito importante para nós continuarmos motivados a fazer o que nós fazemos melhor que é música. Sentimos que as pessoas precisam ser encorajadas a estarem motivadas da mesma forma, portanto colocamos toda nossa inspiração nesse álbum”, revela Eric Rachmany. Quem ainda não conhece o som do Rebelution, certamente irá se surpreender com a originalidade, vibração e bons sentimentos que ele traz. |
| Integrantes |
| Eric Rachmany (vocal e guitarra) Rory Carey (teclados) Wesley Finley (bateria) Marley Williams (baixo) |
sábado, 16 de abril de 2011
sexta-feira, 15 de abril de 2011
Experiência, ideologia e planos: entrevista com Lucas Kastrup do Ponto de Equilíbrio! |
![]() Uma das principais bandas da atualidade, o Ponto de Equilíbrio soube crescer e, com talento e inteligência, SE MANTER neste mercado tão instável, infelizmente, do reggae nacional. Confira a entrevista de Rafael Costa do Surforeggae com Lucas Kastrup, que aborda temas que vão da ideologia e a rica experiência adquirida, até os planos futuros dos meninos de Vila Isabel. A ENTREVISTA Lucas Kastrup: Tudo faz parte da caminhada. Estamos felizes com o atual momento artístico da banda. Gostamos de subir no palco juntos para tocar nossas músicas. Tudo o que passamos faz parte do amadurecimento e queremos ir mais além, no amadurecimento do bom reggae rastafari com alegria. O que queremos deixar claro ao público é que não mudaremos nossa direção. Lucas Kastrup: Fica difícil falar de um lugar específico pois graças a Deus somos bem recebidos em todos os lugares por onde passamos. A primeira cidade que nos recebeu dessa forma foi São Paulo. Hoje Salvador também nos recebe sempre com entusiasmo e cantando nossa obra. Também Fortaleza e demais cidades do Nordeste, Porto Alegre e Minas Gerais devem ser lembradas, Brasília também e por aí vai. O Rio de Janeiro por ser nosso berço é também muito especial para o Ponto de Equilíbrio. Não temos do que reclamar em relação a receptividade e calor do público. Lucas Kastrup: Ouvimos reggae desde muito jovens e para nós gravar com ícones da velha guarda jamaicana parecia uma utopia. Quando os caras do The Congos vieram tocar no Brasil, fomos juntos no mesmo ônibus do Rio para SP e então combinamos de ir para o estúdio em São Paulo. Mostramos a música "Novo Dia" e eles gostaram. Demos idéias, mas deixamos eles construirem os backing vocals. Depois traduzimos uma parte da letra e demos um espaço "free" para o Cedric Myton e os demais gravarem. Depois de algumas tentativas está aí o resultado. Eu, como compositor de "Novo Dia", achei ótimo. (Ponto de Equilíbrio e The Congos com "Novo Dia") Já o Don Carlos gravou a parte dele de "Stay Alive" na Florida e só nos conhecemos depois no Brasil, por intermédio do Rafael do Surforegae. Fizemos algumas apresentações juntos e depois ele veio pra Vila Isabel. Almoçamos juntos na casa da mãe do Pedro e Tiago do Ponto, e gravamos o dia inteiro imagens pelas ruas de Vila Isabel. O resultado é o clipe de "Stay Alive" a ser apresentado em primeira mão no telão da Fundição Progresso, dia 11 de setembro. Depois estará no youtube etc, vale a pena conferir. Don Carlos é um cara diferente, de vibração espiritual elevada, valeu a pena conhecê-lo pessoalmente. Lucas Kastrup: Fomos 3 vezes pra Europa e passamos por Portugal, Itália, Alemanha e Noruega. Fizemos umas duas versões de nossas músicas para o inglês, mas a música brasileira é muito valorizada lá fora e acho que língua não é uma barreira neste caso. Tocamos em lugares incríveis: na Noruega estava na época de fazer dia o tempo todo, então tocamos por volta de meia noite no maior Sol com arco-íris e tudo... Já no Rototom Sunsplash na Itália foi a maior honra, um dos maiores festivais de reggae do mundo, tocamos antes do Heptones (da Jamaica). Experiência inesquecível. Lucas Kastrup: Sim. Acreditamos que essa força rege o nosso trabalho. Para nós Rastafari é o cristão original, que busca o contato com a natureza e os ancestrais. Uma das traduções da palavra é "RAS"cabeça e "TAFARI" Criador. Então, independente de uma representação física, estamos ligados à Inteligância Universal: a Cabeça do Criador. Lucas Kastrup: Acho que não é um disco de "uma música". Estamos lançando o clipe de "Stay Alive" e colocando "Malandragem às Avessas" nas rádios. Depois delas tem "O que eu vejo", hoje tão cantada quanto "Aonde vai chegar?(coisa feia)", também tem "Santa Kaya", "Novo Dia", "Odisséia", "Hipócritas" e segue o disco... Lucas Kastrup: Gosto muito de bandas que pararam de tocar ou estão voltando aos poucos como a Unidade Punho Forte (Niterói), os Filhos da Luz (Rio de Janeiro), nas suas várias formações. Também admiro o trabalho da banda Aliança (Niterói), Vibrações, acho que de Maceió, entre outras. Lucas Kastrup: Acho que, diferente da Europa e Califórnia, o reggae é ainda hoje muito marginalizado no Brasil, tido muitas vezes como "coisa de maconheiro". Faltam programas nas grandes rádios, mais revistas e sites especializados, com bons textos e entrevistas com grandes nomes do reggae. Falta o povo do reggae se levantar! Mas acho que está perto de acontecer, acredito nisso. Lucas Kastrup: A música "Santa Kaya" lançada antes do incidente já fala do tema. Convido a todos ouvirem esta canção com atenção! Lucas Kastrup: Experimentamos a gravadora visando ter nossos discos vendidos em maior número de lojas, estar com nossos clipes em mais programas de TV, etc. Não deu muito certo porque muitas vezes a mentalidade deles é padronizar tudo, não estão abertos ao diferente, ao novo. As gravadoras estão em baixa, a internet agora é o principal meio. Queremos que comprem nosso disco pela arte e por tudo, mas não nos incomodamos com quem pega pela internet. Faz parte do nosso tempo e sendo assim optamos por voltar a total independência, gostamos de dar opinião em tudo: música, arte, clipe e não precisamos de alguém querendo nos moldar ao que definitivamente não somos. Lucas Kastrup: O Lançamento está indo bem. Como mencionei, somos sempre bem recebidos e costumamos agradecer ao Altíssimo por estarmos vivendo isso no Brasil de hoje. O Don Carlos é mestre de reggae e brincamos que ele virou nosso Padrinho. Cada encontro com ele era benção de alegria. Ele subia no palco com a gente e cantava "Stay Alive" com amor e brilho nos olhos. Gostava de conversar no camarim e no hotel. Depois, no show dele chamava alguém do Ponto pra subir no palco e nos fazia homenagem. Viva o Don Carlos! Lucas Kastrup: Acho que esse deve ser nosso próximo projeto. Todos querem, nós também. Agora é trabalhar para isso, em breve, mas ainda sem previsão certa. Gostamos de caprichar. Vendem por aí alguns DVDs nossos, mas nenhum é oficial, portanto, queremos que o nosso venha com nossa assinatura artística. Lucas Kastrup: Nós é que agradecemos. Momento raiz é hoje um espaço primordial ao cenário reggae. Desejamos que prospere. Grande abraço para todos que vibram positivo! JahBençoa! Lucas Kastrup. |
Os sound systems e o seu impacto na indústria musical e cultural jamaicana e mundial!Muitos sabem o que é um sound system e que os mesmos foram criados na Jamaica. No entanto a maioria das pessoas desconhece a sua verdadeira história e sobretudo como a sua criação impactou na cultura
domingo, 10 de abril de 2011
RASTAFARI
MOVIMENTO RELIGIOSO ONDE SEUS SEGUIDORES PROCLAMAM HAILÊ SELASSIÊ I; A REPRESENTAÇÃO E MANIFESTAÇÃO DE JAH(DEUS). OS PRINCIPAIS OBJETIVOS DO RASTAFARI É ALCANÇAR A PAZ E O AMOR ENTRE AS PESSOAS E DIREITOS IGUAIS PARA TODOS. RASTA, É A TOTALIDADE DA EXPERIÊNCIA DE UMA VIDA, E QUANTO MAIOR FOR A EXPERIÊNCIA, MAIS A RASTA FICA ENRIQUECIDA. ESSA RELIGIÃO, É UMA FUNDAÇÃO ESPIRITUAL/MATERIAL, QUE TEM FUNDAMENTO NA REALIZAÇÃO PROFÉTICA DA VIDA. ELA É O RESULTADO DE UMA PROCURA DA IDENTIDADE CULTURAL E DA SEGURANÇA RACIAL.
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